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Autor do blogue: Nuno Domingues

31.12.10

Alunos portugueses têm dificuldade em escrever e raciocinar

Pois...

"Lisboa – Um estudo feito para o Ministério da Educação pelo Gabinete de Avaliação Educacional (GAVE) concluiu que os alunos portugueses do 8.º ao 12º ano têm dificuldade em escrever, raciocinar e resolver problemas mais complexos.
Mais que dominar a matéria, a grande dificuldade dos estudantes das escolas básicas e secundárias é expressar por escrito as suas ideias e os conhecimentos que adquiriram nas aulas, revela o estudo realizado pelo GAVE para o Ministério da Educação.

O relatório do GAVE de 2010, que avalia o desempenho dos alunos portugueses do 8.º ao 12.º ano, especifica que os estudantes não dominam os conceitos, manifestam falta de rigor científico, dificuldades em interpretar textos e problemas e em articular várias competências.

Na disciplina de Língua Portuguesa, por exemplo, as fragilidades detectam-se sobretudo ao nível do funcionamento da língua. Construir texto explicativos com frases que tenham lógica e coerência é uma das grandes dificuldades dos alunos.

Nas disciplinas que envolveram contas (Matemática e Física/Química), os adolescentes só conseguiram completar correctamente os exercícios quando o desafio passou por resolver «cálculos elementares».

Nas disciplinas que envolveram contas (Matemática e Física/Química), os alunos só conseguiram completar correctamente os exercícios quando o desafio passou por resolver «cálculos elementares».

Hélder Sousa, director do GAVE, defende que «há trabalho que pode ser feito a nível de escola, não necessariamente em sala de aula, e pode, e dever ser feito, ao nível das famílias: que é o incentivo da leitura, de uma leitura dirigida, orientada».

De acordo com o relatório, também é preciso tirar consequências das fragilidades detectadas. Professores, alunos e famílias, todos têm de ter uma nova atitude."
(c) PNN Portuguese News Network
Fonte: Jornal Digital

A sério? Ninguém sabia!

Finalmente um momento de lucidez! "No seu relatório de 2010, o GAVE deteta fragilidades nos alunos do básico e secundário, sobretudo quando são necessários vários passos para resolver um problema ou quando há a combinação de conceitos diferentes." Fonte: SIC
 

Mais uma voltinha no carrossel Solar!

Começa amanhã, para alguns, mais uma fantástica viagem à volta da estrela, daquela nossa estrela – O Sol!  
Será uma volta, com cerca de outras 365 voltas, em que espero que, cada vez que a Terra rode sobre o seu eixo, cada Ser Humano se sinta humildemente realizado!
Dentro da trilogia Sol/Terra/Vida, banalidades à parte, quero desejar sobretudo quanto a esta última, o essencial – Saúde. Se houver Saúde (bem-estar físico, mental e social do indivíduo) a Vida será certamente FELIZ.

"Façam o favor de Ser Felizes!", citando Raul Solnado.

FELIZ VOLTINHA!

30.12.10

Biba a Crise! Biba!

Chefias da Segurança Social foram promovidas com retroactivos a Janeiro

A Segurança Social promoveu todas as chefias, com os aumentos a terem efeitos retroactivos ao início de 2010. As nomeações foram hoje publicadas em Diário da República e são assinadas pelo ministro das Finanças.

Fonte: SIC

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28.12.10

A PROVA – dos cortes do ME com fundamentação hipócrita e sem qualquer sentido pedagógico!

          
            Desta vez não acho que seja uma vergonha! SÃO VÁRIAS!!!
A fundamentação hipócrita, a abrangência “cega”, a falta de pedagogia e a mentira para opinião publicada vender!!!

           Isto de Educação nada tem! Agora, sejam coerentes e mudem o nome do Ministério da Educação, para Ministério do Ensino! As siglas até são as mesmas – ME!

Imagem retirada de: http://educar.wordpress.com/

Andaram a dormir? Viessem mais cedo!

Sobre o alerta conjunto da DGRHE e do GGF para o que é efectivamente considerado trabalho nocturno, pelo menos, desde 11 de Setembro de 2008!!!

1º A lei a que agora se reportam já é de 11 de Setembro de 2008!
2º Essa mesma lei, nem foi aplicada no ano de 2008/2009, nem no de 2009/2010! Porquê?
3º Os horários dos docentes de quadro poderão ser sempre reajustados e, também, podem sempre inventar, a esta altura do ano, nova componente lectiva!
4º Os horários dos contratados obedecem a um contrato! Venham agora alterar os contratos assinados! É que é já a seguir!
5º Este achado será mais um contributo para, no próximo ano lectivo, se reduzir uns quantos horários!
6º Por fim, a título de curiosidade, desejava saber quem vai ser o responsável por esta soneca que levou a um gasto adicional, por pura incompetência, em 3 anos lectivos?!

23.12.10

...Natal!

Conforme as vossas pretensões aqui vão os meus sinceros votos de:
- Um Santo Natal;
- Boas prendas;
- Bom apetite;
- Boas recordações;
- Boas férias.

Em síntese: Um Santo Natal para os crentes, e para os não crentes, lembrem-se que se não houvesse, ou tivesse havido, quem o fosse, eu neste momento não vos poderia estar a desejar umas Boas Férias!

É nesta altura e noutras alturas do ano que eu aprecio este laico país a usufruir da sua liberdade religiosa incutido e levado pela religião!!!

UM SANTO E FELIZ NATAL!

Contrato de associção de 80.000€/turma/ano ainda é de mais!


Se os actuais 114 mil euros que o ME paga em contrato de associação às Escolas Particulares por ano e por turma são um escândalo, os 90 mil euros que os particulares agora reivindicam, continua a ser um abuso e os 80 mil euros que o ME se propõe pagar ainda é de mais!
Não, não pensem que é uma afirmação gratuita da minha parte. Para além dos vencimentos que o particular paga serem notoriamente inferiores ao do público, logo a base de partida não deveria ser o custo por turma no Ensino Público, também vos deixo o preçário de uma Escola Privada sem contratado de associação, que segundo os rankings se encontra entre as melhores do país, e em que o preço por turma não ultrapassa os 60 mil euros! Garanto-vos também que graças à boa gestão praticada neste estabelecimento de Ensino Particular o que sobra (lucro)  dos 60 mil euros dar para fazer bastante pela instituição!  

Ministra da Educação sugere às escolas privadas que reduzam lucros

Desta vez estou de acordo com metade do que aqui se diz que Isabel Alçada disse!
Estou de acordo com a sugestão de as escolas privadas (com contrato de associação) reduzirem os lucros. Estou de acordo por ter conhecimento de chorudas transferências de lucros destas para as dioceses!
Não posso estar de acordo com: "a ministra garantiu que os contratos de cooperação são para manter «em todos os locais onde não existe escola pública na área», considerando que «o valor do financiamento deve corresponder ao serviço de educação»".  Não faz sentido depois de o governo, através da Parque Escolar, andar a "plantar" novos edifícios em quase tudo que são escolas, como se de repente tivesse havido um sismo exclusivo do território escolar, não edificar onde não há cobertura do Ensino Público, servindo-se por isso do Ensino Particular e Cooperativo. Também não posso estar de acordo que «o valor do  financiamento deve corresponder ao serviço de educação», por isto, e sabido que é que um aluno no privado fica mais barato do que no público, e não pensem que é só pela diferença de vencimentos dos docentes!
No fundo este debate ME/Ensino Particular, não passa de conversa da treta, por duas razões. Primeiro, o Ensino Particular sabe que se o ME quiser, edifica nos locais onde não há cobertura do Ensino Público e por isso não pode esticar a corda. Segundo, o ME sabe que não é popular ir contra a principal dona das Escolas Particulares que é a Igreja e sabendo isso, também, não pode esticar a corda. Porque se realmente qualquer governo quisesse servir os reais interesses do país numa lógica de escola pública, já há muito que os contratos de associação tinham acabado!
Depois também há aqueles casos em que a Parque Escolar investe numa EB 2,3 e a transforma em EB 2,3/Secundária e a 500m continua a haver um Colégio com contrato de associação para o Secundário!

21.12.10

As aparências iludem!

Contratado no Ensino Público ou quadro do Ensino Particular e Cooperativo?

            Apesar do vencimento do docente do quadro do Ensino Particular e Cooperativo ser superior ao do docente contratado do Ensino Público a partir dos 7 anos de serviço, feitas as continhas, só a partir dos 12 anos de serviço é que o docente do Ensino Particular e Cooperativo fica em vantagem remuneratória.
            Fica o registo!


A tradição já não é o que era!

Pela primeira vez, que me lembre, e graças ao corte salarial nos funcionários públicos, os professores licenciados do Ensino Particular e Cooperativo vão, pontualmente, numa determinada altura da carreira (ver mancha a verde) passar a auferir um vencimento mensal bruto superior ao dos colegas do Ensino Público a partir do ano de 2011.
Este exercício teórico-prático não teve em consideração a especificação do congelamento na carreira, nem a transição decorrente das sucessivas alterações do ECD. Penso que se as considerarmos, caso a caso, a discrepância entre as diferentes carreiras diminui ainda mais.
Fica o registo!

20.12.10

Primeiras Oportunidades!!!

Despacho normativo n.º 29/2010
SUMÁRIO: Permite excepcionalmente a conclusão do 1.º ciclo e transição ao 2.º ciclo do ensino básico dos alunos com 8 anos de idade. (...)

O existente:
IV — Condições especiais de avaliação
Casos especiais de progressão
72 — Um aluno que revele capacidades de aprendizagem excepcionais e um adequado grau de maturidade, a par do desenvolvimento das competências previstas para o ciclo que frequenta, poderá progredir mais rapidamente no ensino básico, beneficiando de uma das seguintes hipóteses ou de ambas:
a) Concluir o 1.º ciclo com 9 anos de idade, completados até 31 de Dezembro do ano respectivo, podendo completar o 1.º ciclo em três anos;
b) Transitar de ano de escolaridade antes do final do ano lectivo, uma única vez, ao longo dos 2.º e 3.º ciclos.

O acrescento:
72.1 - Excepcionalmente, pode um aluno concluir o 1.º ciclo com 8 anos de idade, de acordo com os restantes requisitos previstos no número anterior, dependendo a transição ao 2.º ciclo do ensino básico de despacho do membro do Governo responsável pela área da educação.

Depois do "sucesso" das Novas Oportunidades, eis que refinam as Primeiras Oportunidades!
Não se pasmem! Depois da "geração rasca" e da "geração à rasca" chega agora a "geração de sobredotados"!
O contexto não poderia ser mais adequado para facilmente entendermos que se junta o útil ao agradável, pretendendo-se assim, também, mais um resultado numérico na estatística do ME, mas desta feita em duas áreas, na diminuição do número de professores do 1ºciclo e na diminuição da média de idades dos alunos que frequentam o 2ºciclo, o 3ºciclo e o secundário.
Porque não têm a coragem de acabar com os anos de escolaridade e fazer um currículo por "pacotes"? O pacote do 1ºciclo, o do 2ºciclo, o do 3ºciclo e o do secundário (que nem faz sentido, porque agora não há ensino secundário, é todo de relevante interesse - 12 anos de escolaridade obrigatória!). Assim quando o pacote estivesse cheio mudava-se o menino aluno de pacote!
Doze anos de escolaridade é uma força da expressão, aliás já com as novas oportunidades o é e agora com esta medida ainda mais o será!
Mas porreiro, porreiro, é um indivíduo nunca ter estudado, atingir os 23 anos e ser candidato ao ensino universitário! Mesmo que o indivíduo não acabe nenhum curso, sempre pode dizer que tem a frequência do ensino universitário, sendo que quem ouvir, sempre pode inferir, à boa maneira portuguesa,  que o indivíduo em questão tem doze anos de estudo ou pelo menos o 12ºano devidamente equivalido!
No fundo, quer me parecer que o sucesso desta medida será o mesmo daquela em que os alunos que reuniam determinadas condições de mérito poderiam transitar directamente do 8º para o 10ºano, ou seja, nulo, ou sendo mais cuidadoso, praticamente nulo, pode sempre haver umas cunhitas e o filho de alguém, digo, o aluno, pode sempre transitar com 3 anos de frequência do 1ºciclo para o 2ºciclo.
Só há uma pequena coisinha, pequenina mesmo (ou mêmo!) que não entendo e me faz confusão. Se até agora se fechavam as escolas mais pequenas do 1º ciclo para que, entre outras coisas, houvesse um professor por ano de escolaridade, como se vai fazer agora com um aluno que frequente só 3 anos nesse ciclo?  Terá um mix de professores?

19.12.10

Notícias do meu país.

Governo tem novo pacote de medidas difíceis para travar juros
Quadros do BPN pagos para não fazer nada

Sinto-me outra vez com dez anos, no tempo em que enquanto miúdos pagávamos as partidas uns pelos outros. Que saudades tenho do tempo em que um de nós fazia barulho na camarata, depois das luzes apagadas,  e quando descobertos pelo vigilante, ninguém acusava ninguém e íamos todos para o salão de estudo até às tantas da madrugada com os cobertores pelas costas! As lições a tirar eram duas:  a de que quando não se tem sono se deve aproveitar o tempo de forma produtiva e a de que por vezes paga o justo pelo pecador! A pedagogia pode ser discutida, mas como aqui citava a colega Ana: "Educação é o que resta depois de ter esquecido tudo que se aprendeu na escola." (Albert Einstein).

Não há uma linha de rumo para o meu país, só seguem a "cenoura dourada", levados pelo querer ter o dispensável sem ter o dinheiro para o pagar! Tentem dizer isto a um gastador compulsivo ou a um novo-rico para verem a resposta egocêntrica que vos é dada! Mas se cada vida é de cada um, cada um que o faça arqueará com as consequências, agora, venha um qualquer primeiro que seja a ter esta postura com o país e depois vão ver como é bom sentirem-se crianças de novo.

18.12.10

Metas!!!


Aquilo que eu considero um dos principais inimigos do ensino e da educação, volta a atacar pela mão do ME – as metas de sucesso (positivas)!
Se muitos docentes já se encontram resignados, outros há, no quais me incluo, que resistem à pressão, aguentando tudo e todos! A não ser a facilidade com que os docentes portugueses se resignam, porque outros valores se levantam (e isso não me apetece discutir) e esta medida poderia causar muito mais "mau ambiente" na escola portuguesa que o famigerado processo de ADD, isto se os docentes conseguissem separar o profissional do pessoal!
Não entendo, mas aguardo explicação, sobre quais os critérios pedagógicos que estão na base desta medida. Aguardo sabê-los para os poder adoptar!
Que a maioria dos governantes perderam a vergonha, já é coisa sabida, agora a resignação e o medo de  aceitar tal medida por parte de uma classe que se diz bem formada, nem quero entender. Sinceramente, o único valor que consigo identificar é o monetário aliado à necessidade, que dá azo ao vulgo: “Tem que ser”!
O mais certo será os professores Directores passarem a "batata quente" aos professores, com uma pitada de pressão q.b.

Quanto às ditas metas ocorre-me o seguinte, no caso de ser solicitado a determiná-las: “Apenas posso afirmar que pretendo alcançar, em cada turma, ou melhor em cada aluno, o nível de sucesso que desde que comecei a leccionar estipulo para estes, e que nunca pode ser abaixo dos 100%. Infelizmente, o meu esforço, empenho e dedicação e o forte desejo de sucesso que anseio, não são, só por si, suficientes, uma vez que não se pode encarar o aluno como uma parte passiva do processo de ensino-aprendizagem e, nessa perspectiva, como representante da outra parte activa, o aluno tem um papel determinante no seu sucesso. Há, assim, pelo menos, claramente duas partes envolvidas no mesmo desafio. Acresce o facto de haver, inegavelmente, causas exteriores à escola (vivência cultural, ambiente socioeconómico, enquadramento familiar, entre outras) que podem ser ponderadoras do sucesso escolar.
            Realço, ainda, que mesmo só considerando números, e porque a classificação sumativa, no 3º ciclo, é expressa numa escala de 1 a 5, avaliar o sucesso escolar pelo número de negativas e positivas será, no mínimo, uma perspectiva redutora.
            Por fim, o único desafio a que me proponho, neste âmbito, é o de melhorar as aprendizagens de todos os alunos e repito, todos os alunos.”

Não entendo como há escolas que estabelecem metas tendo como referência diferentes universos de alunos, por exemplo: "Aumentar em 5% o sucesso dos resultados do 7º ano em relação ao ano transacto". Ora se no ano transacto no 7ºano estavam a maioria dos alunos que estão hoje no 8ºano, é o mesmo que dizer que a "fornada" de alunos que nasceram um ano antes tem que ter mais sucesso que os seus antecessores! Eu sei que as espécies evoluem, mas nem tanto!
Se assim fosse também o povo tinha a legitimidade moral de exigir que os seus políticos melhorassem em 20% (5%/ano) o sucesso das suas políticas, mas infelizmente estamos perante uma geração que mais do que rasca está a deixar o país à rasca!

17.12.10

Mas afinal para que serve a Lei n.º 34/2010 de 2 de Setembro?


Eu também não sei a resposta!
O que é certo, pelo menos a julgar pela leitura, é que com esta alteração se pretendia alterar o regime de vinculação, de carreiras e de remunerações dos trabalhadores que exercem funções públicas, no capítulo referente às garantias de imparcialidade, nomeadamente, a não acumulação do exercício de funções com o de funções ou actividades privadas.
Notaram alguma diferença desde 2 de Novembro?
Sem querer escrever muito mais do que o suficiente para alertar, não seria uma medida séria para o actual contexto do país a aplicação desta alteração?

Ministério da Educação reforça equipa com dirigente da Fenprof.

Podem ler aqui a boa nova de um dirigente sindical que passa para a equipa do Ministério da Educação.
Em primeiro lugar quero ressalvar que não coloco em causa a pessoa (por regra não falo do que e de quem não conheço).
Não é mau feitio, mas confesso que esta notícia em nada me surpreende. Agora convínhamos que o meu olhar sobre o sindicalismo está, no mínimo, na moda. Pelo modo como exercem o sindicalismo, sempre olhei para os actuais "altos" dirigentes sindicais, da área da Educação, na perspectiva de uns meros aprendizes de político.
Talvez seja bom reflectir que, muito provavelmente,  trata-se de um docente, que com ou sem reconhecida competência (não questiono) e mesmo que não fizesse nada por isso,  passa por entre os meandros da política para chegar a um serviço central do ME por nomeação.
Não sei até que ponto nesta e noutras situações o sindicalismo, a sua visibilidade e os seus contactos privilegiados não são um trampolim político para uns quantos.
Também não sejamos ingénuos e entendamos que pode ser assim que se indiciam os sinais da não corrupção, ou em português de Portugal, o chamado "favorzinho".
Grave não é mudar, grave é "modelar" os valores, as prioridades e até mesmo as palavras só pela mudança. Mas também é relativo! Quantos professores fazem por esquecer que já foram alunos?

“À mulher de César, não basta sê-lo [séria], é preciso parecê-lo”.

16.12.10

A Educação e a Sociedade.

Educar a Educação nasce! Nasce numa noite em que na nossa Sociedade é possível e permitida esta forma de comunicar.
A Educação também é isto! Isto também é Educação!
A Educação mais do que o ensinar e o aprender, a Educação nasce onde se nasce, onde se cresce.
A partir daqui tudo é possível! Tentaremos "falar" de Educação e não apenas do ensino. Há mais Educação para além do sistema educativo.
Eduquemo-nos primeiro para tentarmos saber o saber do educar.
Este blogue não é para ninguém “dos 8 aos 80", nem tão pouco “do 0 aos 100", este blogue é para todos desde há 4600 M.a.!
Porque: "A parte mais importante das palavras é o contexto", venham elas!