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29 de julho de 2011

Vamos esperar pela proposta, mas...


De minha justiça:

Há quotas e quotas.
Por exemplo, no actual modelo, as quotas para o universo dos professores contratados são menores que as dos restantes universos. Assim, se não houver pelo menos 20 professores contratados numa escola/agrupamento não há Excelente para ninguém.

Conseguir um modelo em que a avaliação deixe de ser local (por escola) para depois ter efeitos nacionais (concurso), ou então, acabar com os efeitos nacionais da ADD;

Se não conseguirem acabar com as quotas, aumentar e muito a exigência para a atribuição das menções de Muito Bom e Excelente, passando inclusive a sua atribuição a ser da competência de um Júri Nacional, poderia ser uma saída. Mas quotas são sempre quotas!;

Ainda no que se refere às quotas, defender tudo que não seja a sua eliminação será um erro. Aumentar ainda mais as quotas será uma forma de aumentar ainda mais a injustiça criada pelas mesmas. Defendo, portanto, a não ser possível a eliminação das mesmas, que estas sejam reduzidas a uma percentagem residual! Aumentaria a injustiça? Não! Diminuía!;

Estabelecer períodos de avaliação em que o término coincida com a mudança de escalão ou a entrada na carreira,  evitaria "engarrafamentos avaliativos";

Acabar com a valorização da ADD para efeitos de concurso é OBRIGATÓRIO!

1 comentário:

Anónimo disse...

Subscrevo inteiramente. Este ano, mais uma vez fui avaliada pelo relator com 9, o que daria um excelente mas deceram-me para 7,9 por causa das quotas e obtive um Bom!