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13 de agosto de 2011

ADD com "dedinho de matemático".

A proposta do novo modelo de ADD deixa transparecer, no seu ponto 2 do artigo 22º, que esta tem o cunho de Nuno Crato.   
Atenção também aos critérios de desempate que, se utilizados, podem mostrar-se tendenciosos, servindo sempre os mesmos.

Para além disso, fica aqui, feita pelo Paulo Guinote, a Apreciação Preliminar Muito, Muito Rápida, Da Coisa:

"Tem quotas (embora a formulação do artigo 22º possa levantar dúvidas).
Não parecem existir efeitos para concurso, apenas bonificações na progressão.
Não há avaliação para quem esteja do 8º escalão para cima.
As aulas assistidas existem apenas no último ano de cada ciclo de avaliação e os avaliadores são de outras escolas. São obrigatórias em período probatório, nos 2º e 4º escalões e para se ter Excelente.
Os Objectivos Individuais transformam-se em Projecto Docente, mas é opcional.
Os RAA são anuais, mas só com 3 páginas.
O Conselho Pedagógico ganha formalmente poder porque elege a Secção de Avaliação de Desempenho (não é nomeada pelo Director).
O Presidente do Conselho Geral passa a ter intervenção no processo."

Corrigido às 23:00 

1 comentário:

Sandra S. disse...

Para os contratados o único aspecto positivo deste novo modelo é acabar com a interferência na graduação das menções de topo. É pena não se acabar também com as renovações dos contratos (outra grande injustiça).
Seria interessante reflectir-se sobre as vantagens do novo modelo de ADD para os contratados. Não parece que haja alguma. Aliás NUNCA houve.