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domingo, 13 de março de 2011

Falta de berço ou excesso de convicção?

Energias alternativas, acessibilidades, modernização da rede ferroviária  e remodelação de escolas, são bons pretextos para justificar o gasto daquilo que não tem.  Se pudesse agarrar o pretexto da modernização das igrejas, até isso o faria, mais gastaria e daria a ganhar, mas felizmente essas não se podem concessionar. A treta da criação fugaz de emprego alusiva sobretudo à fase da construção, engloba a ideia faraónica de que não se deve parar de construir para segurar esses postos de trabalho, que em muitos casos, pouco desenvolvem a economia nacional.  Gastar sem ter, devendo e fazendo para dever ainda mais, numa postura de novo-riquismo, não se coaduna com a história do nosso país.

No fundo, neste país concebido à imagem e ao mando de um,  todos pagam para alguns! Provavelmente a pessoa certa no país errado!

A falta de berço fica para vida, não se volta a nascer!

Valor ou valor? Valor – valor educacional!
Capital ou capital? Capital – capital humano!

Não é tempo de investir em coisas descontextualizadas da necessidade e/ou da capacidade do país.