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31 de dezembro de 2012

Feliz 2013...




... e não se esqueçam que no final estaremos praticamente no mesmo ponto que deixámos 2012, ou não!

30 de dezembro de 2012

Do incomparável - "A festa" dos 12 candeeiros

Qual o modelo escolhido pela Parque Escolar?

by IKEA 5,99€

by Siza Vieira 1.296,00€

Resposta:
!!!

"A festa"


Revista do ano: Gaffes e derrapagens hilariantes dos governantes do momento


"Nas memórias deste ano, que está a terminar, há muitos momentos políticos e frases dominadas por palavras como TSU, Troika, refundação, licenciatura, equivalência, privatização. A alguns flashes do ano, o público da televisão associa dolorosas recordações de novas medidas de austeridade e de crescente insegurança social, mas também de gaffes ou de derrapagens hilariantes dos governantes do momento."




28 de dezembro de 2012

Há investigar e investigar...


"(...) 
Uma decisão que a tutela de Nuno Crato tomou depois da directora-adjunta da DREC, Maria Castelo-Branco, ter enviado documentos ao ministro e ao secretário de Estado da Administração Escolar, João Casanova de Almeida, que provam a existência de casos de "saneamento partidário na escolha de presidentes da comissão administrativa provisória dos novos agrupamentos", em duas escolas. 
Além disso, Maria Castelo-Branco acusa a actual directora da DREC, Cristina Oliveira, de má gestão dos dinheiros públicos "ao ter alugado uma viatura entre Abril e Dezembro, no valor de 8.500 euros", apesar da DREC ter "duas viaturas à sua disposição e mesmo com a anunciada extinção do organismo" no próximo dia 31 deste mês.
(...)" 

26 de dezembro de 2012

A extraordinária vinculação.

Fenprof recorre aos tribunais para vincular 12 mil professores

Megas por Braga: "Comunicado à Comunidade Educativa"


Comunicado à Comunidade Educativa 
Reordenamento/Agregação das escolas agrupadas e não agrupadas do Concelho de Braga 
Considerando que, até à data, a Direção Regional de Educação do Norte não respondeu ao pedido de audiência solicitado por uma comissão representativa da comunidade escolar bracarense referente à proposta de agregação das escolas e agrupamentos de escola deste concelho;
Considerando que os diferentes serviços do Ministério da Educação e Ciência não emitiram qualquer parecer ou desenvolveram qualquer diligência, na sequência das solicitações de suspensão dos processos de agregação, entretanto encaminhados por diferentes órgãos de Administração e Gestão das Escolas e Agrupamentos de Escola;
Considerando que a Exma. Sr.ª Diretora Regional de Educação do Norte comunicou, em reunião convocada para o efeito, que, até 31 de dezembro de 2012 e por decisão unilateral da tutela, seriam publicadas em Diário da República as agregações relativas a este concelho;
O Conselho Municipal de Educação, a Confederação das Associações de Pais, os Presidentes dos Conselhos Gerais e os Diretores das escolas agrupadas e não agrupadas do concelho de Braga, em reunião no dia 21 de dezembro, na Escola secundária D. Maria II, consideraram fundamental dar a conhecer à comunidade educativa que representam as decisões tomadas:
·        Reencaminhar toda a documentação relativa a este processo ao Exmo. Sr. Ministro da Educação, com conhecimento aos diferentes serviços por si tutelados, solicitando uma audiência com caráter de urgência;
·        Promover uma conferência de imprensa, no próximo dia 27 de dezembro (quinta-feira), pelas 11 horas, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Braga;
·        Convidar toda a Comunidade Educativa (Alunos, Pais e Encarregados de Educação, Docentes, Não Docentes…) a comparecer na Praça do Município, no dia e hora acima agendados, no sentido de acompanhar e apoiar esta iniciativa.
 
O Presidente do Conselho Geral
O Diretor

22 de dezembro de 2012

@ Natal


Troco as minhas palavras pelas que vos ocorreram do visionamento do vídeo...

E se não conseguiram ver o vídeo até ao fim, é porque logo que o deixaram de ver a  mensagem chegou...

21 de dezembro de 2012

À custa da (des)Educação...


"A saída de professores do quadro para a reforma levou a que a meta de redução de funcionários públicos acordada com a troika para este ano fosse largamente ultrapassada, indica-se no relatório da sexta avaliação da implementação do programa de ajustamento, divulgado nesta sexta-feira.

Portugal comprometera-se a reduzir em 2% o número de funcionários públicos mas, na prática, e “devido principalmente às saídas no sector educativo,” a redução foi de 5,1%, explicita-se no relatório.
(...)
O custo médio por turma no ensino básico a que chegou foi de 70.256 euros, inferior aos 85.200 euros por turma que o Estado está a pagar aos colégios com contratos de associação. No secundário, o custo por aluno no ensino público sobe para 88.995 euros. Grande parte das 1846 turmas actualmente com contratos de associação é do 2.º e 3.º ciclo do ensino básico.
(...)
Entre os objectivos fixados no programa de ajustamento figura também o alargamento dos contratos de autonomia. No balanço indica-se que já foram assinados 40, esperando-se que sejam assinados mais de 80 até ao final de 2013/2014.
Em estado descrito como avançado pela troika está já o plano de acção para o alargamento do ensino vocacional e também para o reforço do sistema de aprendizagem dual. (...)"

17 de dezembro de 2012

Papi à força.

Os planos de acompanhamento/recuperação levaram fermento, e do bom. Desta forma um  pázinho qualquer ganhou a notoriedade de um papi. Os quadrados para cruzes são exactamente os mesmos, muda-se o nome e voilá um papi, com um toque de classe a rematar a composição - o piroso mega-logótipo.

Até agora só os alunos que estavam em risco de retenção/reprovação é que levavam com o pázinho, agora até aquele típico aluno de nível quatro/cinco com negativa a Educação Física tem um papi a olhar por ele.

Até os defuntos pázinhos que transitaram do ano anterior estão a ser avaliados! Sempre dá menos trabalho que criar um papi!


15 de dezembro de 2012

E isso vai adiantar alguma coisa?



"Governo prepara aumento da carga horária na Função Pública e os docentes não deverão ficar de fora. 
Em toda a Europa e mesmo no espaço mais alargado da OCDE, os professores portugueses são dos que dão mais horas de aulas, segundo o relatório Education at a Glance 2012.
Com o Governo a comprometer-se a cortar quatro mil milhões de euros na despesa do Estado e a Educação a ter de assegurar uma contribuição significativa nesse esforço, a questão do horário de trabalho passou a estar na ordem do dia.
Lá fora, há mais tempo para preparar as aulas, apoiar alunos e outras tarefas."
Leia mais na edição do Expresso deste sábado.

14 de dezembro de 2012

Faz de conta que temos uma Escola muito disciplinada...

Pais e directores não conhecem um único encarregado de educação multado

Comentário: 
Seria interessante cruzar esta notícia com o teor de algumas participações disciplinares, queixas policiais, e com aquela linha do "SOS Professor".

Em 2007 era assim:

"SOS Professor" recebe 129 queixas em seis meses

"Os professores precisam de ajuda - cada vez é mais difícil controlar uma turma dentro de uma sala de aula. As denúncias de casos de violência têm-se multiplicado nas últimas semanas. Não sendo novo, o problema tem vindo a agravar-se mas a principal diferença é que os docentes só agora começaram a falar e a procurar apoio. No Porto, funciona há seis meses uma linha SOS e, de 11 de Setembro de 2006 a 2 de Março último, já recebeu 129 telefonemas, a uma média de uma queixa por cada dia de aulas. Os professores recebem apoio psicológico, pedagógico e jurídico.
A linha "SOS Professor" (808962006) foi criada pela Associação Nacional de Professores (ANP). A falta de respostas da administração educativa, tanto da tutela como dos conselhos executivos, determinou a necessidade de aparecimento do serviço. A denúncia de um caso de agressão a uma professora em Braga, há um ano, foi "a gota de água".
"O objectivo é dar resposta imediata aos professores e não permitir que o problema continue a ser desvalorizado", afirmou ao JN João Grancho. Por exemplo, referiu o presidente da ANP, quando um canal de televisão emitiu uma reportagem sobre violência feita com câmaras ocultas, a primeira reacção dos responsáveis da tutela foi resumir essas situações a casos pontuais.
Os conselhos executivos também tomam essa atitude frequentemente. Partem do princípio de que o professor deve resolver sozinho o seu problema, referiu ao JN uma docente que trabalha na linha SOS. Ou seja, o professor vê-se na maioria das vezes sozinho e sem apoio, fragilizado e desgastado por ter de enfrentar uma situação de conflito que se arrasta no tempo, manifesta medo de represálias por parte do agressor (aluno ou encarregado de educação) e receia a crítica dos seus pares por ter de admitir que tem um problema que não deveria ter. O ambiente de insegurança e receio, garante a ANP, exige a protecção inquebrantável da "intimidade da linha". A confiança tem de ser absoluta. A possibilidade de denúncia dos casos a que dão apoio foi a primeira barreira a ultrapassar, explicou João Grancho. E por esse motivo esta reportagem é feita com testemunhos não identificados.
Indisciplina nasce em casa
"Naturalmente conseguimos ensinar e educar na escola, mas a família tem de se envolver no processo. As escolas não têm portões mágicos à entrada", afirmou João Grancho. O presidente da ANP considera que deve existir um acompanhamento nacional da situação de violência e segurança, mas cada escola deve ter um plano adaptado à sua realidade.
"Não há soluções únicas", insistiu outra professora. E todos devem participar professores, alunos, famílias e pessoal não-docente. Para se enfrentar um problema que está a agravar-se é preciso perceber as razões da agressividade e os alunos, sublinham, trazem os problemas de casa. Por isso, os pais devem ser convidados "a aprender com os filhos a melhorar a escola". Psicólogos referem a educação permissiva da maioria das crianças portuguesas como um dos principais factores da indisciplina escolar: "Um menino que impõe regras em casa não aceitará na escola normas estabelecidas pelo professor". Já os pedagogos referem a pouca valorização do conhecimento. "As famílias não incutem nos seus filhos a necessidade de conhecimento e aprendizagem".
Por desejar não se limitar a aconselhar, a ANP elaborou um programa de formação em mediação de conflitos. O "Plano Aprendo para Vencer" pretende melhorar o ambiente escolar e, desta forma, os resultados de aprendizagem. São três as áreas-chave a promoção das competências sociais, o desenvolvimento das capacidades de mediação de conflitos e métodos de estudo. O documento já foi enviado para diversas escolas. A associação responsabiliza-se pela formação. Há vários cursos de mediação em Portugal para questões laborais e de família mas específico para os conflitos escolares só a Universidade Lusófona leccionou um, entre Outubro e Novembro, para 30 professores. O objectivo é "dotar a comunidade escolar" - professores, alunos, pais e pessoal não-docente - de "ferramentas que evitem, no dia a dia, o crescendo dos conflitos". "Um modelo articulado entre o punitivo e o cooperativo que permita aos professores gerirem a mediação". As iniciativas devem ser implantadas consoante a realidade de cada escola. Desde a inclusão nos currículos de actividades antiviolência à formação de professores ou recurso a técnicos exteriores. A mediação, por exemplo, pode inclusivamente ser feita por alunos. Os pais também têm que ter um envolvimento determinante.
João Grancho teve a ideia. Sentiu que o problema da indisciplina e agressões a professores tinha de "sair da penumbra". A Linha SOS foi anunciada a 30 de Março de 2006 na sequência de um encontro luso-espanhol sobre a convivência na escola. "Os indicadores davam conta de um quadro de violência e indisciplina sistemática", explicou ao JN. A 11 de Setembro a linha começou a funcionar em parceria com a Universidade Lusófona do Porto e o apoio financeiro de uma seguradora. O objectivo é responder a todas as preocupações dos professores.
Por trás da linha há uma equipa de atendimento e acompanhamento - uma psicóloga, uma psicopedagoga, dois especialistas em mediação de conflitos e dois professores "muito experientes". Há também o gabinete jurídico, composto por três pessoas. Consoante o problema, os professores são encaminhados para os técnicos e acordam com os especialistas um plano de intervenção. O apoio inclui processos de mediação e consultas. É preciso ter a certeza de que o professor está capaz psicológica e emocionalmente para voltar à escola.
Conseguir manter a ordem na sala de aula, fazer os alunos respeitar as regras estabelecidas, controlar "comportamentos desajustados", o desrespeito e o barulho constante são as dificuldades mais frequentemente colocadas pelos professores à Linha SOS. "É fundamental que o professor perceba o ambiente em que o aluno está inserido e o valor que a família dá à aprendizagem", começa por afirmar ao JN a psicopedagoga da ANP. Em quase todas as turmas há um aluno desestabilizador, um "líder" que consegue impor a sua vontade e desafia constantemente o professor. Esse aluno, explica, luta constantemente pelo poder. O docente, aconselha, deve identificar esse "líder" e conceder-lhe esse poder mas de forma construtiva. Por exemplo dar-lhe mais tarefas e fazê-lo participar mais nas aulas. Os bons comportamentos devem ser enfatizados e os maus devem ser resolvidos "numa conversa aberta depois da aula terminada". O professor deve conseguir criar empatia, momentos de informalidade e estabelecer uma relação de confiança mútua com esses alunos. Por outro lado, os mais indisciplinados têm necessidade de se sentir ouvidos e compreendidos. E devem referir-se mais às situações e não ao aluno.

"A autoridade do professor só será efectiva se for reconhecida", insiste João Grancho. Na ANP, a opinião é unânime para se reduzir a violência e a indisciplina nas escolas não basta reforçar as sanções no Estatuto do Aluno. Aliás, sublinha uma das professoras, as punições já existem e não resultam - "Os alunos suspensos vão para casa no máximo dez dias e quando voltam à escola cometem os mesmos erros". Daí, defendeu que seja necessário criar-se mecanismos de acompanhamento no retorno dos alunos e no acolhimento de professores agredidos. Todos os membros da equipa SOS contactados pelo JN defenderam a formação dos professores na mediação de conflitos e a existência nas escolas mais problemáticas de equipas especializadas. Só assim, insistiram, a comunicação será restabelecida e os índices de indisciplina descerão. Medidas, alegam, mais urgentes do que a revisão do Estatuto do Aluno. As escolas, argumentou João Grancho, devem ser dotadas de mecanismos de prevenção e as famílias têm de passar a ter um papel mais determinante e presente no desenvolvimento escolar. "O professor vai ter de utilizar outro tipo de estratégias, pois um aluno dominante em casa também o vai querer ser na sala de aula", alegou a psicopedagoga. 
"A própria sociedade tinha de tomar consciência de que o problema existe e tem de ser tratado. Mal a linha entrou em funcionamento, os telefonemas dispararam e agora com a mediatização de novos casos voltam a aumentar", explicou."

No blogue Correntes: O CASO GPS - INFORMAÇÃO ADICIONAL (2)


Comentário:
O Paulo Prudêncio faz uma referência a uma notícia de 24/05/2005 que complementa a reportagem da TVI e ajuda a entender ainda melhor o assunto dos contratos de associação.
Gosto particularmente desta passagem:

"(...)O Colégio D. Leonor vai ficar junto ao complexo desportivo, no terreno para onde estava prevista uma escola 2, 3 a construir pelo Estado. Como este projecto nunca chegou a ser concretizado, a Câmara das Caldas vendeu o terreno à GPS por 50 mil euros para ali ser edificada a escola privada e vai procurar outro terreno para a escola pública porque irá continuar a ser necessária. O edifício da escola nas Caldas terá 42 salas de aula.
A autarquia vendeu também um terreno em A-dos-Francos por 20 mil euros, depois de ter insistido com a GPS em construir este segundo colégio. Os negócios foram aprovados em Assembleia Municipal. Este colégio terá três blocos, um deles com três pisos e os outros com dois pisos, com 36 salas de aula.
Está também previsto que no futuro sejam construídos pavilhões gimnodesportivos, mas as escolas vão abrir sem este equipamento. A GPS espera que a autarquia venha a apoiar a sua construção.(...)".

Despacho 15971/2012 - Calendário da implementação das Metas Curriculares




Hoje no Público: Novidades do Ministério levam desânimo às escolas


Comentário:
 Mesmo sem ter lido a notícia é caso para dizer: "Que novidade!!!"

Hoje no i: Novo líder da JSD quer acabar com saúde e educação gratuita para todos


Comentário: 
Mas quer acabar agora ou quando também chegar a primeiro?
A primeira, qualquer cai. À segunda cai quem...

11 de dezembro de 2012

O Conselho de Ministros aprovou uma alteração à Lei Orgânica do Ministério da Educação e Ciência

"Esta alteração tem como objetivos acolher as atribuições das Direções Regionais de Educação na Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE), retirando-as da Direção-Geral da Administração Escolar, bem como concretizar os ajustamentos na estrutura orgânica da Direção-Geral da Educação e a reestruturação da Direção-Geral da Administração Escolar.
Este diploma prevê, ainda, a integração da missão e das atribuições da Fundação para a Computação Científica Nacional na Fundação para a Ciência e Tecnologia, I.P.
No cômputo global, estas alterações reduzem em 9 o número de cargos dirigentes e representam uma poupança de mais de 400 mil euros/ano.
Numa lógica de proximidade das escolas a DGEstE assumirá a missão de conceber, organizar e executar as medidas de prevenção do risco, segurança e controlo da violência nas escolas, matéria até aquida responsabilidade da Direção-Geral da Educação.
São aindacometidas à DGEstE atribuições de assegurar a concretização da política nacional no domínio das instalações e equipamentos escolares e de definir, gerir e acompanhar a requalificação, modernização e conservação da rede escolar."

Pois... nem denunciam...


"A Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) diz que muitas das medidas previstas na lei para defender as vítimas de abusos sexuais nem sempre são cumpridas.


«É extremamente importante que os casos sejam denunciados o mais rapidamente possível», defende o responsável da APAV, que no ano passado recebeu 60 denúncias de abusos sexuais a crianças, muitos pela voz de familiares, professores ou das próprias vítimas.

1.100 queixas em dez meses"

Publicitação das listas definitivas de colocação e não colocação da Reserva de Recrutamento 14



Contratação


Docentes de Carreira

Hoje no Económico: Governo está a preparar aumento das horas de aulas dos professores


"Executivo está a estudar o aumento do horário de trabalho dos professores de 35 para 40 horas semanais. Os docentes do ensino básico e secundário têm, actualmente, 22 horas de aulas e 13 para reuniões, apoio a alunos e preparação de aulas."

A ideia é aumentar o número de horas de aulas que passarão para 27 semanais."


Ler mais aqui e aqui

10 de dezembro de 2012

Questões sobre a avaliação de desempenho docente


PDF aqui

Pelo caminho possível...


Professores contratados alertam Comissão Europeia para precariedade


"O provedor de Justiça já alertou o MEC para o risco de a Comissão Europeia processar o Estado português por incumprimento de uma directiva comunitária de 1999 que põe limites ao recurso aos contratos a termo. O provedor avisou também que milhares de professores que já cumpriram múltiplos e sucessivos contratos a termo possam vir, com sucesso, a intentar acções judiciais contra o Estado."

9 de dezembro de 2012

Niemeyer numa escola portuguesa sem "festa"

Colégio de Moimenta da Beira desafiou Salazar para imitar Niemeyer


Palácio da Alvorada, de Niemeyer, foi o primeiro edifício inaugurado em Brasília, em 1958
DR

Fachada do colégio é sustentada por arcos semelhantes aos do Palácio da Alvorada, no Brasil
DR

Grupo GPS: colégios receberam 81 milhões do Estado


"Reportagem da TVI revelou que escolas públicas são subaproveitadas a favor das privadas
O Estado pagou 81 milhões de euros nos últimos dois anos e meio ao grupo GPS, o maior grupo de colégios privados financiados pelo erário público.
TVI denunciou o caso na passada segunda-feira. Na altura, o ministério da Educação não divulgou o valor dos financiamentos, mas sabe-se agora que foram 81 milhões de euros. 
Este é o pagamento por manter colégios onde alegadamente não existe capacidade do ensino público, mas o Repórter TVI demonstrou que não é claro que seja assim.
A jornalista Ana Leal encontrou escolas públicas subaproveitadas, com salas vazias, à espera de alunos que foram transferidos para os colégios privados pertencentes ao grupo GPS, que envolve ainda vários ex-governantes de diversos partidos políticos.
Foi entretanto iniciada uma auditoria aos colégios do grupo GPS."

Hoje no Público: Mudanças no 1. ciclo e superior ajudam a cortes na educação

7 de dezembro de 2012

6 de dezembro de 2012

Fim dos planos de recuperação e de acompanhamento.


"Um despacho do Ministério da Educação e Ciência (MEC), já enviado para publicação em Diário da República, a que o PÚBLICO teve acesso, põe fim não só aos planos de recuperação, como também aos de acompanhamento, destinados a alunos que chumbaram no ano anterior."

Hoje no Público: Nuno Crato põe fim aos planos de recuperação para alunos do básico

5 de dezembro de 2012

Grupo GPS: colégios receberam 52 milhões num ano e meio


"A verba financiada pelo ministério da Educação aos colégios privados do grupo GPS, durante os anos de 2010 e 2011, foi de pelo menos 52 milhões de euros.


Na segunda-feira, a TVI denunciou o facto de o ministério não ter publicado, em Diário da República, os valores dos financiamentos referentes aos dois anos em questão. No mesmo dia, os números foram publicados, sem que no entanto constem as verbas relativas ao segundo semestre de 2011.

O gabinete do ministro Nuno Crato informou a TVI, por email, que estas verbas deverão ser publicadas nos próximos dias.

O gabinete do ministro esclareceu também que a primeira auditoria a colégios do grupo GPS teve início a 29 de setembro, podendo terminar ainda durante esta semana."

4 de dezembro de 2012

Publicitação das listas definitivas de colocação e não colocação da Reserva de Recrutamento 13



Contratação



Docentes de Carreira

Repórter TVI - Dinheiros Públicos, Vícios Privados (Reportagem)




Duas já cá cantam, venham mais duas...

A decisão do recurso da minha ADD de 2010/11 foi deliberada na passada sexta-feira e, apesar de ainda não ter sido notificado, penso que finalmente me vai ser conferido o direito à entrevista individual e que o processo recomeçará a partir da entrevista. Não é caso único.

Pena que tenham de ser os de fora (DRE) a nos dar razão. Contudo, a seu tempo, até porque o processo recomeçou, haverá lugar para a averiguação de responsabilidades. Agora venham mais duas... 

... entrevistas!


Às puritanas, moralistas de juízos de valor, que tudo fizeram para negarem esse direito:




Infelizmente o novo modelo de avaliação aplicado a partir do ano lectivo de 2011/12 não permite que o recurso seja tratado em instância superior e independente da escola, pois este é remetido para o Conselho Geral e não para as DRE, como até há dois anos. Será uma decisão de "família"! Contudo, depois de notificado da decisão do recurso há sempre outras instâncias a quem se pode recorrer...

Neste novo modelo de recurso, que também já fui forçado a usar, não deixa de ser cómico-trágico ter sido notificado da decisão final (final mesmo) mas com uma ressalva de consulta à DRE para melhor opinião!

Aguarda-se... 

3 de dezembro de 2012

Atribuição de horários a professores contratados - na primeira pessoa.

Enquanto aguardo resposta por parte de instância superior, aqui vos deixo uma resumida cronologia dos factos:

31/08/2012 - Fui colocado na escola X com horário incompleto, onde também ficou um horário completo, para o mesmo grupo de recrutamento, por atribuir;
13/09/2012 - Sai a primeira Reserva de Recrutamento e o horário completo por atribuir não foi a concurso;
17/09/2012 - O meu horário foi completado. O então horário completo passa a incompleto e teria de ir a concurso;
20/09/2012 - Colocação administrativa, com horário completo, de outra colega contratada para o mesmo grupo de recrutamento;
21/09/2012 - O meu horário volta a ficar incompleto alegadamente para ser possível atribuir horário completo a outra colega também contratada colocada depois de mim 20 dias!

2 de dezembro de 2012

REPóRTER TVI - Dinheiros Públicos, Vícios Privados


Repórter TVI

Dinheiros Públicos, Vícios Privados - 3 de dezembro

São colégios privados, totalmente financiados pelo estado, ou seja, pagos por todos nós. Só este ano receberam de financiamento, qualquer coisa como 25 milhões de euros. Foram construídos de Norte a Sul do país, onde supostamente, as escolas públicas já não podiam receber mais alunos. Mas, na realidade o que uma equipa da TVI encontrou no terreno é completamente diferente. Fomos encontrar escolas públicas subaproveitadas, com salas vazias, à espera de alunos que foram transferidos para os colégios privados. O «Repórter TVI» mostra-lhe também um retrato do que se passa nesses colégios, com professores a serem ameaçados de despedimento, denúncias de manipulação de notas, professores que se sujeitam a humilhações. Ao todo são 26 colégios, todos do Grupo GPS, que tem como consultores, deputados e Ex-Secretários de Estado que depois de deixarem o cargo, passaram a trabalhar para o grupo. «Dinheiros Públicos, Vícios Privados» é uma reportagem da jornalista Ana Leal, com imagem de Gonçalo Prego e montagem de Miguel Freitas.

No blogue: A Educação do meu Umbigo - Vamos Falar De Cenários? - 1


Comentário: Este post do Paulo Guinote é de leitura recomendada e tem uma forte acção desintoxicante sobre a privatização do ensino.