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domingo, 11 de março de 2012

A resposta do Professor Marcelo.

Segundo o Arlindo, o Professor Marcelo passou ao lado da questão 1 e desconsiderou a questão 2.
Eu vou mais longe.
Na agora opinião do Professor Marcelo de Sousa, já são centenas de professores a insurgirem-se com as prioridades do concursos externo e de contratação inicial, e desta vez não circunscreveu essas centenas aos interessados.
Depois mais não fez do que tapar o sol com a peneira.
De acordo com o Professor Marcelo, afinal, nós, professores do público, somos uns privilegiados porque temos a bonificação da ADD, e os professores do particular com contrato de associação não têm essa bonificação de 1 valor.
1 valor?
E isso por acaso penaliza os professores do particular com contratos de associação depois de subirem, até milhares de lugares, por concorrerem na primeira prioridade?
Não goze com a minha inteligência Professor Marcelo!
O Professor Marcelo deu, aquilo a que eu chamo, uma opinião imparcialmente parcial.


No Blogue: Correntes - MARCELO REBELO DE SOUSA E O BULLSHIT QUE ARREPIA


"Quando me solicitaram que divulgasse as perguntas da semana a Marcelo Rebelo de Sousa fui taxativo:faço-o, mas tenho ideia que o analista é tão bullshit e cata-vento que ainda vira o assunto do avesso.

E estive com atenção e confirmei as minhas reservas. Quando abordou o assunto dos concursos de professores, Marcelo Rebelo de Sousa até me arrepiou com o rol de injustiças que usou como argumento:os professores das escolas do Estado até ficam beneficiados em relação aos das escolas com contrato de associação porque têm a bonificação da avaliação, coisa que não ocorreu com crédito nas escolas "privadas". Este bullshit dilacerante teve, é bom que se diga, a assinatura de todos os sindicatos e a veneração de milhares de professores."

No Blogue: A Educação do meu Umbigo - O Professor Marcelo Anda Mesmo Baralhado

O Professor Marcelo Anda Mesmo Baralhado

"A pergunta sobre a polémica relativa à equiparação para efeitos de concurso entre professores do ensino público e dos estabelecimentos com contrato de associação acabou por ser colocada mas, perante um Marcelo Rebelo de Sousa estranhamente hipoactivo e visivelmente ensonado, teve uma resposta estranha, a saber:
Que realmente a experiência contava.
Mas que os professores do ensino público até eram beneficiados por contarem com a bonificação da avaliação e os do privado não, por não terem avaliação.
Primeiros:
  • Por experiência deve entender-se tempo de serviço, certo? Mas um professor com muitos anos de experiência, mas menos de 180 dias de serviço em cada um deles, pode ter menos tempo de serviço para efeitos de concurso do que outros com muito menos anos, mas completos…
Segundos:
  • Então no sector privado não houve avaliação? Mas não era aí que existia um modelo elogiado pela própria Fenprof e pelo CDS quando existia antes de estar no Governo? E no público, a bonificação não foi só para uns quantos xalentes emuntabons?
A verdade é que… mais valia não ter dito nada…"