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13 de janeiro de 2013

Política de especulação como violência doméstica

Como o fazem todos os cobardes que praticam violência doméstica, a escolha da vítima é feita pela sua vulnerabilidade. Na vulnerável Educação as vítimas tanto são os "cônjuges", docentes do quadro, como os "menores", docentes contratados. Os maus tratos são distribuídos às cegas, tanto levam uns como outros, depende do grupo de recrutamento que se meter à frente.

Felizmente, a prática de violência física não existe, mas, infelizmente, para descrever a prática de violência psicológica e de violência sócio-económica não é preciso recorrer a figuras de estilo porque estas já são uma dura realidade.


Prática de violência sócio-económica ao controlar os recursos económicos da vítima - vulnerável como sempre - são disso exemplo máximo os aposentados e os pensionistas.

Outra prática é a violência psicológica. Mas neste caso em concreto o suspeito não actua sozinho tendo a cumplicidade de alguns diários da imprensa nacional. Aqui ficam os indícios do crime relatados nesta notícia:

"Francisco van Zeller acredita que foi o Governo quem tomou a decisão de tornar público o relatório do FMI pela imprensa justificando essa opção por causa da dureza das medidas propostas.
«Acho que é mais violento ainda do que foi a TSU e talvez por essa razão fez para o FMI e o Jornal de Negócios, etc, mandar a notícia», afirmou Francisco van Zeller numa entrevista à «TSF».
O antigo presidente da CIP acha «difícil que o Jornal de Negócios tenha obtido isto às escondidas». «É uma prática corrente mandar para os jornais à frente para depois dizer que não é bem assim», explicou."

É desta forma que quase diariamente os portugueses são psicologicamente torturados como consequência da política de especulação praticada por este governo.

Para além de vivermos numa casa em que não há pão, pelo que todos ralham e ninguém tem razão, ainda temos que levar com o distúrbio de personalidade de um governo que não consegue assumir as suas posições, por falta de convicção nos seus pensamentos tresloucados e no experimentalismo, recorrendo sistematicamente a golpes de teatro mediáticos, dando voz a viciados mamíferos, para tentar enlouquecer os que trabalham.

Até quando é que as vítimas vão ficar em silêncio?

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