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25 de junho de 2013

Acta negocial MEC/FENPROF

Calendário escolar 2013/14


Crato vai pagar indemnizações aos contratados deste ano lectivo

"O Ministério da Educação deu orientações às escolas para que sejam pagas as indemnizações aos professores contratados pela não renovação do seu vínculo. Porém, esta é uma medida para ser aplicada apenas aos docentes contratados durante este ano lectivo e que em Setembro não terão colocação, deixando de fora todos os outros que desde 2009 reclamam uma compensação semelhante pela caducidade dos seus contratos."
Ler mais: http://economico.sapo.pt/noticias/crato-vai-pagar-indemnizacoes-aos-contratados-deste-ano-lectivo_172006.html

24 de junho de 2013

Greve às avaliações mantém-se esta terça-feira


“O Ministério da Educação reuniu connosco cerca de uma hora mas já se ausentou há três horas e não o vimos mais. O que houve foi troca de entendimento entre as partes e as nossas são conhecidas”, afirmou Mário Nogueira aos jornalistas.

“Como vimos passar há pouco num rodapé de uns canais que havia um princípio de entendimento, viemos dizer que não há princípio de entendimento nem de desentendimento, não há nada. Porque ainda não há documento”, acrescentou o responsável.

“Foi-nos dito que iria ser entregue hoje. O que iremos propor é que se transfira para amanhã a continuação da reunião e o que iremos dizer aos professores é que estão de parabéns hoje porque fizeram uma enorme greve às avaliações e amanhã devem continuar a fazê-lá.”

Ler mais:

REUNIÃO NO MEC PROSSEGUE AINDA HOJE.


"REUNIÃO NO MEC PROSSEGUE AINDA HOJE. A LUTA CONTINUA AMANHÃ!

A obtenção de ganhos para os professores exige a manutenção dos elevados níveis de adesão à greve às avaliações, amanhã, 25 de Junho, pois dificilmente o processo negocial encerrará hoje.
A FENPROF continua no MEC a discutir as matérias que mobilizam, num processo de luta histórico e sem precedentes, a maioria dos professores portugueses e que mantêm elevados níveis de concretização da greve ao serviço de avaliações.
Na reunião de hoje, o MEC, sob uma forte pressão dos professores, pediu a sua interrupção para poder apreciar as propostas sindicais e apresentar uma proposta negocial, em papel, preto no branco, tal como foi exigido pela FENPROF, que se aproxime das exigências sindicais em relação à mobilidade especial e interna, em relação ao aumento do horário de trabalho para as 40 horas e à consagração de um conjunto de atividades dos docentes no âmbito da componente letiva para todos os professores, bem como a integração da direção de turma na componente letiva.
Prevendo-se a inexistência de condições para que possa ser fechado este processo durante o dia de hoje e podendo surgir alguma contra-informação para desmobilizar professores e educadores, a FENPROF dirige um forte apelo para que durante o dia de amanhã se prossiga com a greve às avaliações em todas as reuniões previstas, garantindo-se, dessa forma, as condições para a melhor defesa dos direitos e dos interesses dos docentes e da escola pública.
TENDO EM CONTA QUE HAVERÁ DESENVOLVIMENTOS INFORMATIVOS SOBRE ESTA REUNIÃO, DURANTE A NOITE, É FUNDAMENTAL QUE TODOS ACOMPANHEMOS, ATRAVÉS DOS ÓRGÃOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL E DOS SITES DOS SINDICATOS DA FENPROF E DA PRÓPRIA FEDERAÇÃO, O RELATO DOS ACONTECIMENTOS.

O Secretariado Nacional"

Nota: A cor vermelha do texto é da autoria do blogue. Retirado do site da Fenprof 

17 de junho de 2013

"Dirigentes escolares pedem anulação dos exames realizados esta segunda-feira"

Ler mais: http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=111307

...porque amanhã é sempre tarde demais!

Vamos fazer o que ainda não foi feito...

Porque é que o exame não foi adiado, na sexta-feira, para dia de 2 Julho?

Não consta que haja o tão desejado comprometimento dos sindicatos em não realizarem greve noutro dia que o MEC exigia para marcar nova data. 

No entanto, marcou nova data de exame.

O MEC tinha como certo que não haveria greve dia 20 de Junho, porque não havia prazo para o pré-aviso de greve, e não adiou o exame, mas marcou-o para dia 2 de Julho sem garantia nenhuma que não possa haver nova greve. 

É como se diz: trocou o certo pelo duvidoso...

Pais acham que ministro da Educação perdeu "toda a credibilidade"

A Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação (CNIPE) lamentou hoje a forma como estão a decorrer os exames nacionais do Ensino Secundário, considerando que o ministro da Educação perdeu "toda a credibilidade".

"Os pais estão a ver aquilo que está a acontecer hoje, dia de exame, como um precedente. Não sei como é que o Ministério vai conseguir resolver e atender aos constrangimentos que foram causados", disse à Lusa o responsável da direção da CNIPE Rui Martins, referindo-se ao facto de nem todos os alunos inscritos terem conseguido realizar hoje o exame de Português, devido à greve de professores.
Para Rui Martins, "criou-se uma bagunça" e ainda não é conhecida uma solução: "Neste momento não sei como é que o ministro vai resolver o assunto e perdeu toda a credibilidade".
O representante dos encarregados de educação entende que é preciso "apurar os responsáveis", lembrando que hoje de manhã tinha ouvido "o secretário de estado João Grancho dizer com toda a convicção que ia correr tudo bem".
"Como é que isso é possível, quando nós, enquanto pais, que não estamos dentro das escolas, percebemos que não havia condições para que fosse garantida a equidade e que tudo fosse feito dentro da normalidade. O que hoje constatamos é que as coisas não correram nada bem", criticou Rui Martins.

Quantos inspectores verificaram hoje o serviço de exames?

Um número viciado e uma data

70% de alunos realizaram exame - um número viciado pela percentagem de alunos do privado que já toda a gente sabia que fariam exame. Foi esse número que incentivou o MEC a não adiar o exame? No ensino público qual foi a percentagem de alunos que realizou exame?

2 de Julho às 9:30 - data do novo exame de Português. 

Se tivéssemos Ministro da Educação...

... hoje deixaríamos de ter.

A partir das 00:00 horas:


16 de junho de 2013

Um serão televiso em pleno

Sócrates na RTP
Marcelo na TVI

"Santana Castilho implode Crato"



"Eu não fui ensinada por mágicos ou feiticeiros..."

Eu não fui ensinada por mágicos ou feiticeiros...
de Inês Gonçalves (Notas) - Quinta-feira, 13 de Junho de 2013 às 23:04
Estudo no 12º ano, tenho 18 anos. Sou uma entre os 75 mil que têm o seu futuro a ser discutido na praça pública.

Dizem que sou refém! Dizem que me estão a prejudicar a vida! Todos falam do meu futuro, preocupam-se com ele, dizem que interessa, que mo estão a prejudicar…

Ando há 12 anos na escola, na escola pública.
Durante estes 12 anos aprendi. Aprendi a ler e a escrever, aprendi as banalidades e necessidades que alguém que não conheci considerou que me seriam úteis no futuro. Já naquela altura se preocupavam com o meu futuro. Essas directivas eram-me passadas por pessoas, pessoas que escolheram como profissão o ensino, que gostavam do que faziam.
As pessoas que me ensinaram isso foram também aquelas que me ensinaram a importância do que está para além desses domínios e me alertaram para a outra dimensão que uma escola “a sério” deve ter: a dimensão cívica.

Eu não fui ensinada por mágicos ou feiticeiros, fui ensinada por professores! Esses professores ensinaram-me a mim e a milhares de outros alunos a sermos também nós pessoas, seres pensantes e activos, não apenas bonecos recitadores!

Talvez resida ai a minha incapacidade para perceber aqueles que se dizem tão preocupados com o meu futuro. Talvez resida no facto de não perceber como é que alguém pode pôr em causa a legitimidade da resistência de outrem à destruição do futuro e presente de um país inteiro!
Onde mora a preocupação com o futuro dos meus filhos? Dos meus netos? Quem a tem?
Onde morava essa preocupação quando cortaram os horários lectivos para metade e mantiveram os programas?
Onde morava essa preocupação quando criaram os mega-agrupamentos?
Onde morava essa preocupação quando cortaram a acção social ou o passe escolar?
Onde mora essa preocupação quando parte dos alunos que vão a exame não podem sequer pensar em usá-lo para prosseguir estudos pois não têm posses para isso?
Não somos reféns nessa altura?               
E  a preocupação com o futuro dos meus professores? Onde morava essa preocupação quando milhares de professores foram conduzidos ao desemprego e o número de alunos por turma foi aumentado?

Todas as atrocidades que têm sido cometidas contra nós, alunos, e contra a qualidade do ensino que nos é leccionado não pode ser esquecida nunca mas especialmente em momentos como este!

Os professores não fazem greve apenas por eles, fazem greve também por nós, alunos, e por uma escola pública que hoje pouco mais conserva do que o nome. Fazem greve pela garantia de um futuro!

De facto, Crato tem razão quando diz que somos reféns, engana-se é na escolha do sequestrador!

E em relação aos reféns: não são só os alunos; são os alunos, os professores, os encarregados de educação, os pais, os avós, os desempregados, os precários, os emigrantes forçados... Os reféns são todos aqueles que, em Portugal, hipotecam presentes e futuros para satisfazer a "porra" de uma entidade que parece não saber que nós não somos números mas sim pessoas!
Se há momentos para ser solidária, este é um deles! Estou convosco*
Inês Gonçalves

Milhares de professores em manifestação e promessa de "grande greve" na segunda-feira

Ler mais: http://www.publico.pt/sociedade/noticia/milhares-de-professores-na-manifestacao-em-lisboa-1597434

Ver mais: http://www.publico.pt/multimedia/video/milhares-de-professores-em-manifestacao-2013615172122

15 de junho de 2013

É o que se chama governação à vista


"O ministro da Educação, Nuno Crato, disse na  sexta-feira que só na segunda-feira, dia da greve dos professores, o ministério  terá uma resposta para dar aos alunos que eventualmente não consigam fazer  os exames nacionais devido à paralisação." 

Pais apelam ao ministro da Educação para adiar exames

«Pensamos que esta decisão é a decisão mais democrática», defende a Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação

Greve - O desmame a uma profissão

Para além de tudo o que está incorporado no contexto de uma greve, as greves, geral e às avaliações, podem ser encaradas também, por muitos professores que deixarão de exercer em final de Agosto e que passarão ao desemprego e à mobilidade, como uma espécie de desmame a uma actividade profissional com que viveram anos-a-fio.

As quebras de ritmo, inerentes às greves das avaliações, na azáfama de reuniões típicas de um final de ano lectivo terão, infelizmente, para muitos professores, um efeito profilático no tédio que chegará com o desemprego. 

A passagem da carga horária da direcção de turma a componente não lectiva e a constituição de ainda mais mega-agrupamentos são só as últimas medidas tomadas, que deverão ser somadas a todas as anteriores, e que continuarão com o cego racionamento financeiro do MEC reflectido em não contratações e à mobilidade de docentes do quadro. 

Sanidade mental, que ainda resista, prescreve, durante 15 dias, uma greve por dia às avaliações, com uma toma de uma greve geral a meio e outra mais lá para o fim do "tratamento".

Em 2012, foram 14 mil. Agora mais 20 mil professores contratados a eliminar.

DN, 15 de Junho de 2013

13 de junho de 2013

Pais exigem anulação de exames se algum aluno não puder fazer provas


Entrevistas de hoje a Nuno Crato na RTP e a Mário Nogueira na TVI


Entrevista a Nuno Crato – RTP

Entrevista a Mário Nogueira – TVI

Governo compromete-se a aumentar o número de alunos por turma

Ler mais: http://www.jornaldenegocios.pt/economia/educacao/detalhe/fmi_recomenda_aumentar_o_numero_de_alunos_por_turma.html

O pré-escolar não é um nível de ensino? Os educadores de infância não são docentes?


Mensagem n.8/JNE/2013:

"5. A fim de poder ser assegurada a realização das provas e exames do dia 17 de junho, os diretores/presidentes de CAP devem convocar para o serviço de exames, nomeadamente, para o serviço de vigilância, todos os docentes de todos os níveis de ensino pertencentes aos respetivos agrupamentos de escolas ou escolas não agrupadas, cumprindo as regras em vigor para o serviço de vigilância."

Por precaução, sindicatos de professores marcam novo período de greves às avaliações entre 24 e 28 de junho

Ler mais: http://www.publico.pt/sociedade/noticia/fenprof-professores-alargam-preaviso-de-greve-como-medida-cautelar-1597282

Assim está melhor...

Governo marca “serviços máximos” nos exames mas pode ser insuficiente


“Se, por hipótese, eu preciso de 50 professores e só tiver 20, irei ligar logo para o Juri Nacional de Exames para saber o que faço. Neste momento, não tenho qualquer orientação sobre o que fazer”, admite à Renascença o presidente do agrupamento de escolas de Carcavelos e dirigente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas, Adelino Calado

Mais um iluminado que nasceu director

Dirigentes escolares: Em dia de exames professores não estão de férias


"Manuel Pereira, presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares, diz que o Ministério tem toda a legitimidade para tomar esta decisão, embora ele considere que não era necessário e explica porquê.
«Convém não esquecer que nos dias de exames os professores não estão de férias e os professores que não estiverem em greve têm que estar na escola, por isso bastava avisar as pessoas que teriam que estar disponíveis para acompanhar exames caso existissem faltas por causa da greve», adianta."

A liberdade deve ser usada sob pena de cair em desuso

12 de junho de 2013

Ministro da Economia escangalha-se a rir com gozo ao Ministro das Finanças

Ministro da Economia escangalha-se a rir com gozo ao Ministro das Finanças


Espero que, na prática, o MEC tenha convocado os professores para a greve do dia 17



Greve é a única resposta à convocação geral dos professores




Despacho do Calendário de Exames para 2013/14 já está para publicação em DR

Diplomas para Publicação em Diário da República

Gabinetes do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar e do Secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário 

 – Despacho – Estabelece o Calendário Escolar e o Calendário de Exames para o ano letivo 2013-2014.

in Boletim Informativo n.º 82 – 12/06/2013

Que gira coincidência! Não esqueçamos que o calendário de exames para o presente ano lectivo só saiu em Fevereiro último!

Nem todos, porque o MEC esqueceu-se dos professores dos agrupamentos sem exames, nomeadamente de LP não materna



Ministério convoca todos os professores para estarem nas escolas no dia da greve aos exames

Actualização 13/06/2013: rectificação do título.

Edição da Noite SICN: Couto dos Santos e Paulo Guinote convidados da Edição da Noite dia 11 de Junho


Análise à greve dos professores às avaliações e exames nacionais



11 de junho de 2013

Mau perder!?


"Nuno Crato anuncia que Ministério da Educação vai recorrer da decisão e mantém data dos exames nacionais
O ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, anunciou, esta segunda-feira, o recurso da decisão do colégio arbitral de não decretar serviços mínimos na greve dos professores a 17 de junho, recusando adiar os exames marcados para esse dia."

Despacho normativo n.º 7/2013 - Organização do ano letivo

Resultados da greve às avaliações por escola (SPN)

Colégio Arbitral determina que não há lugar a serviços mínimos - Acordão do Colégio Arbitral

 PDF Acordão - Colégio Arbitral

Colégio arbitral decide não decretar serviços mínimos na greve dos professores

Nuno Crato em entrevista hoje no Económico: “Estamos à espera da decisão em relação aos serviços mínimos”

"Nuno Crato espera que sejam decretados os serviços mínimos para a greve aos exames de dia 17 e reconhece que será mais difícil resolver a questão com a greve geral de 27 de Junho.


Já tivemos o primeiro dia de greve às avaliações. Tem algum balanço?

Não, não tenho balanço nenhum. Deixe-me dizer-lhe: uma greve à avaliação é algo que é altamente prejudicial para os alunos. Suponhamos que há dez professores num conselho de turma, se um faltar não se realiza o conselho de turma e não há nota dada. Digamos que se um em dez fizer greve, é o equivalente a sucesso total no objectivo da greve.



É isso que está à espera?
Não é isso que estou à espera, mas estou só a dizer que, se nenhuma reunião de avaliação se registar, quer dizer que em todos os conselhos de turma houve pelo menos um professor que faltou. Não quer dizer que todos os professores tenham aderido à greve."

6 de junho de 2013

Governo generoso queria adiar a mobilidade dos professores para depois das eleições

Sindicatos de professores rejeitam adiamento da mobilidade e mantêm greve


"Aplicação da mobilidade especial poderia ter sido adiada para 2015. Sindicatos consideraram que era pouco.
(...)
Em vez da entrada em vigor da mobilidade especial para os professores a partir de 1 de Fevereiro de 2014, como consagrado no diploma, propunha-se que esta pudesse ser adiada para 2015." 

Apagar o fogo com gasolina

Conselho de Ministros aprova mobilidade e alargamento de horário de trabalho


"Alterações na função pública motivam greve dos professores, que não chegaram a acordo com o Governo.
O Governo aprovou esta noite diplomas relativos à função pública, nomeadamente a aplicação da mobilidade especial e o alargamento de horário de trabalho de 35 para 40 horas semanais."
Ler mais aqui

Calendário das greves do mês de Junho

Daqui: Lei não prevê requisição civil para o sector da Educação



3 de junho de 2013

Publicitação das listas provisórias de ordenação e exclusão do Concurso Nacional 2013

EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR
100 - Educação Pré-Escolar
1º CICLO DO ENSINO BÁSICO
110 - 1º Ciclo do Ensino Básico
2º CICLO DO ENSINO BÁSICO
200 - Português e Estudos Sociais-História
210 - Português e Francês
220 - Português e Inglês
230 - Matemática e Ciências da Natureza
240 - Educação Visual Tecnológica
250 - Educação Musical
260 - Educação Física
290 - Educação Moral e Religiosa Católica
3º CICLO DO ENSINO BÁSICO-SECUNDÁRIO
300 - Português
310 - Latim e Grego
320 - Francês
330 - Inglês
340 - Alemão
350 - Espanhol
400 - História
410 - Filosofia
420 - Geografia
430 - Economia e Contabilidade
500 - Matemática
510 - Física e Química
520 - Biologia e Geologia
530 - Educação Tecnológica
540 - Eletrotecnia
550 - Informática
560 - Ciências Agro-Pecuárias
600 - Artes Visuais
610 - Música
620 - Educação Física
EDUCAÇÃO ESPECIAL
910 - Educação Especial 1
920 - Educação Especial 2
930 - Educação Especial 3