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28 de janeiro de 2015

Do podre e da má gestão dos recursos humanos



Porque não é sério quando toma o todo pela parte.

Porque é hipócrita quando argumenta que: "Temos um número de candidatos muito superior ao número de lugares. Há algo de errado em pensar do ponto de vista dos alunos e querer os melhores professores?" - Se tivesse uma coisa que eu cá sei no sítio não falava em candidatos quando se refere aos professores contratados, e em professores quando se refere à qualidade do ensino. Não usava uma PACC para aferir a qualidade de quem não está no sistema, usava-a para os professores (ponto). Não o faz porque sabe que ao contrário da sentença do fim de profissão que dá aos reprovados, aos que não pode apontar a porta da rua iria dar-lhes um rótulo e continuar a levar com eles. Já para não falar que ia pendurar na corda da roupa uma ADD-faz-de-conta para ser vista por quem passasse.

Mas sabe o herói ter medo! Amedronta-se só de pensar em enfrentar todos, pegando apenas numa amostra que contem os mais fragilizados, como é apanágio dos fracos.

Mais um de muitos daqueles não eleitos mas ministeriavéis que não sabem lidar com os professores - esses malandros. Não lhe fazia mal nenhum aprender umas coisas sobre Gestão dos Recursos Humanos, mas também duvido do benefício!
Se esta sumidade percebesse que com profissionais motivados teria mais e melhor ensino, e que para tal não era necessário dar nada, que bastava não estragar ainda mais, isso é que era de admirar. 
No futuro espero que não haja mais artistas como este a aceitar o convite para ME. Assim poupam-me na desilusão de desacreditar em mais alguém que antes de ir para o poleiro recita de cor e salteado a lengalenga mas que depois perde o pio.
Lá diz o povo que quando se os perde se fica a falar fininho.

Porque há políticos que são como a fruta verde que ao apanhar saraiva passa directamente a podre sem nunca amadurecer, também a esperança qualquer dia cai de podre!

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